Léxico Vermeer Essencial de Termos Relacionados com a Arte / A – C

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Cusping

Uma distorção ondulada da trama ao longo das bordas de uma tela causada pelo facto de ser esticada e presa a um coador ou maca utilizando cordas ou tachas.

† FOOTNOTES †

  1. Grupo de pinturas relativamente pequenas, frequentemente anedóticas, da vida quotidiana, feitas em Roma em meados do século XVII. A palavra deriva do apelido “Il Bamboccio” (“Bebé Grande”), aplicado ao pintor holandês Pieter van Laer (1592/95-1642), fisicamente malformado. Geralmente considerado como o originador do estilo e o seu expoente mais importante, Van Laer chegou a Roma vindo de Haarlem por volta de 1625 e foi logo bem conhecido pelas pinturas em que o seu interesse neerlandês pelo pitoresco foi combinado com a coesão pictórica da dramática iluminação tenebrística de Caravaggio. Porque van Laer e os seus seguidores retrataram cenas das classes baixas romanas de uma forma humorística ou mesmo grotesca, as suas obras foram condenadas tanto pelos críticos do tribunal como pelos principais pintores da escola classicista-idealista como indecorosas e ridículas. O pintor Salvator Rosa foi particularmente selvagem nos seus comentários sobre os últimos seguidores do estilo, que criticou por pintar “calças largas, mendigos em trapos, e coisas sujas abjectas”. Os Bamboccianti (pintores de Bambocciati) influenciaram pintores do género holandês como Adriaen Brouwer e Adriaen van Ostade. (do excelente recurso de arte online a Galeria de Arte da Web, http://www.kfki.hu/~arthp/welcome.html
  2. Arie Wallert e Willem de Ridder, “Os Materiais e Métodos de Michael Sweerts”, em Michael Sweerts (1618-1664), eds. Guido Jansen e Peter C. Sutton, Zwolle: Waanders Books, 2000, 373
  3. li>Christopher L. C. E. Witcombe, “Art & Artistas: o Renascimento e a Ascensão do Artista,” http://www.arthistory.sbc.edu/artartists/renaissance.html

  4. John Michael Montias, “The Guild of Saint Luke in 17th-century Delft and the economic status of artists and artisans,” Simiolus: Netherlands Quarterly for the History of Art, vol. 9, no. 2 (1977), 104.
  5. li>James Shelley, “The Concept of the Aesthetic”, The Stanford Encyclopedia of Philosophy (Edição da Primavera de 2012), ed. Edward N. Zalta. http://plato.stanford.edu/archives/spr2012/entries/aesthetic-concept/ “Dutch and Flemish Painting of the 16th and 17 Centuries”, Galeria Nacional de Arte. http://www.nga.gov/collection/gallery/dutch.shtm “A Alegoria da Fé Católica”, Metropolitan Museum of Arteds. Ivan Gaskell e Michiel Jonker, Galeria Nacional de Arte Washington D.C., New Haven e Londres: Yale University Press, 1998.>li>Mark Lesney, “Analyzing artstry”. A espectroscopia é indispensável na análise da proveniência de artefactos e pinturas”, Today’s Chemist at Work, 2002. http://pubs.acs.org/subscribe/archive/tcaw/11/i03/html/03lesney.html

  6. Lydia Thompson, “Authentication and the Art Market,” Thompson e Martinez Fine Art Appraisals, publicado a 2 de Agosto de 2012. http://thompsonandmartinez.com/authentication-and-the-art-market/
  7. Ronald D. Spencer, “How Decisions on the Authenticity of Visual Art are made by Courts” website no longer accessible

  8. Taylor, Paul, “Vermeer, Lairesse and Composition”, Hofstede de Groot-lezing, Rijksbureau voor Kunsthistorische Documentatie, Haia. 2010, 7.
  9. li>Mariët Westermann, “Vermeer and the Interior Imagination”, in exh. cat. Vermeer and the Dutch Interior, ed. Alejandro Vergara, Madrid: Museo Nacional de Prado, 2003, 229.li>Hume, D., “1738/1911”, Tratado da Natureza Humana, ed. A. D. Lindsay, Londres: Dent. Bk III, parte I, Sect. 1, 177; Bk I, IV, IV, 216.li>Palmer, S. K., Vision Science, Cambridge MA: MIT Press, 1999, 95.li>Maxwell, J. C., 1890/1970, “On Colour Vision,” in Sources of Color Science, .ed. D. L. MacAdam, Cambridge MA: MIT Press, 75.

  10. Eugene Clinton Elliott, “On the Understanding of Color in Painting, “The Journal of Aesthetics and Art Criticism, vol. 16, no. 4 (Jun., 1958), 453-470.
  11. Arthur K. Wheelock Jr., “Colour Symbolism in Seventeenth-Century Dutch Painting,” in The Learned Eye, Regarding Art, Theory, and the Artist’s Reputation, ed., The Journal of Aesthetics and Art Criticism, vol. 16, no. Marieke van den Doel, et. al., Chicago, 2005.
  12. li>Roy Ashok e Jo Kirby, “Rembrandt’s Palette”, Art in the Making: Rembrandt, eds. David Bomford et al., 12-13.

  13. Juliette AristNew York and New Haven: Yale University Press, 2006, no Atelier de Pintura Clássica: A Contemporary Guide to Traditional Studio Practice, Nova Iorque: Watson-Guptill, 2008, 64.
  14. li>Spike Bucklow, “The Description and Classification of Craquelure, “Studies in Conservation, vol. 44, no. 4 (1999), 233-244.li>Spike Bucklow, “The effect of cracks on the perception of paintings”, 1996. http://www-hki.fitzmuseum.cam.ac.uk/research/hist/cracks.htm